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Arquitectónico e Arqueológico
Se há Municípios com um grande acervo de valores patrimoniais, o de Vila Nova de Foz Côa está entre os primeiros. Tendo sido um concelho formado por vários outros antigos concelhos, acabou por agregar o seu importante património, num conjunto invulgar.
Além de possuir o maior sítio de arte paleolítica ao ar livre, por que é internacionalmente reconhecido, Foz Côa, preserva castelos, castros, igrejas, capelas, pelourinhos, solares, pontes e estradas romanas. Percorra as diversas freguesias e encontre este património.
- Ruínas de Calábria, Caliábria ou Calábriga;
- Igreja Matriz (séc. XVI);
- Solar dos Viscondes do Banho (barroco);
- Casa dos Condes de Almendra;
- Pelourinho;
- Igreja da Misericórdia (séc. XVI).
Considera-se que este castelo tenha sido erguido entre os séculos IX e X, no denominado "período Leonês". Visto de longe, parece uma coroa de rei plantada num cabeço da terra. A planta é quase circular, rodeando o cabeço onde se encontra implantado.
Testemunha silenciosa de um passado milenar, a sua porta é em arco quebrado. No interior do castelo pode ser vista uma cisterna. Quando nele vier a ser feita uma prospeção arqueológica, que se justifica, é bem provável que ali se venham a encontrar diversas estruturas medievais enterradas, bem como uma necrópole tardo-medieval ao longo do pano interior da sua muralha. Impõe-se, por outro lado, por quanto se afigura, que se façam igualmente prospeções arqueológicas na zona exterior envolvente.
Distância à sede da freguesia: 2km
Altitude: 813m
Coordenadas GPS: 41°01'23.0"N 7°03'59.6"W
Castelo (do período Lionês);
- Gravuras rupestres paleolíticas da Penascosa.
- Casa Grande (estilo barroco);
- Pelourinho;
- Capela de S. Sebastião.
- Povoado pré-histórico do Castanheiro do Vento;
- Pelourinho.
- Solar dos Assecas (com pedra de armas).
- Igreja Matriz;
- Bairro do Casal (arquitetura rural) com a Capela de S. João (séc. XVII).
- Cruzeiro (cúpula piramidal); Fonte da Concelha (séc. XVI);
- Solar dos Donas Boto (séc. XIX);
- Igreja Matriz;
- Pelourinho e antiga casa da Câmara e Tribunal;
- Gravuras rupestres paleolítico da Ribeira de Piscos;
- Museu e ruínas da Quinta de Santa Maria.
- Igreja Matriz;
- Solar dos Aguilares (barroco);
- Fonte dos cântaros;
- Castelo Velho (Bronze e Ferro).
- Gravuras rupestres paleolíticas da Quinta da Barca.
- Capela de N.ª Sra. da Graça (raiz românica).
-Circuito Arqueológico de Freixo de Numão
- Igreja Matriz (de raiz românica);
- Solar Da Casa Grande (barroco) com museu de Etnografia e ruínas arqueológicas;
- Capela de N.ª Sra. da Conceição (1654);
- Capela de Sto. António (1622); Santa Bárbara (capela roqueira);
- Pelourinho (1789) ex-Domus Justitiae/1601)/; ex-Domus Municipalis (barroco, com armas de D. Maria I);
- Arquitetura rural;
CASTELO VELHO
Trata-se de um lugar imponente, não apenas como "sítio arqueológico," mas também como miradouro. A visita ao local é premiada pela beleza e grandeza do panorama que dali se desfruta.
Neste espaço têm decorrido campanhas sucessivas de escavação, que já permitiram estudar a existência de um povoado dos III e II milénios A.C. (Idades do Cobre e do Bronze). Na opinião dos arqueólogos Prof. Drª Suzana Jorge e Dr. António Sá Coixão, ali tanto poderia ter havido um povoado fortificado ou ser apenas um sítio monumentalizado, questões que os investigadores têm vindo a colocar, por enquanto sem uma explicação cabal quanto às funções de tão ancestral símbolo da presença humana na região.
Distância à sede da freguesia: 2km
Altitude: 813m
Coordenadas GPS: 41°04'21.6"N 7°11'33.0"W
Castelo de Numão
Ainda antes da Nacionalidade, em 960, o castelo de Numão pertencia, juntamente com outros, a D. Châmoa Rodrigues que o doou ao convento de Guimarães, através de sua tia, a Condessa Mumadona. Deve, entretanto, ter sido ocupado pelos mouros, pois, segundo alguns, Numão terá sido reconquistado por Fernando I, o Magno, de Leão, em 1055. A sua planta é de configuração irregular e quase não apresenta ameias; possui três portas (a do Poente, a do Arco e a de S. Pedro), torre de menagem e mais quatro torres.
O castelo primitivo deve ter sofrido bastante nas lutas com os mouros, levando a que nele se realizassem obras de melhoramento, em 1189, no reinado de D. Sancho I. Vestígio ainda dessa época - século XII - é um Cristo de bronze esmaltado, de Limoges, que pode ser apreciado em Numão e testemunhará a presença de cruzados franceses nas lutas contra o Islão.
A Igreja de Santa Maria, construída dentro do castelo e hoje em ruínas, apesar de tantas adulterações sofridas ao longo dos tempos, mostra bem a sua traça românica. Extramuros existe uma Necrópole com sepulturas cavadas na rocha, junto às ruínas da antiga Capela (ou igreja) de S. Pedro. É monumento nacional, conforme Decreto-Lei de 16/6/1910.
Distância à sede da freguesia: 2km
Altitude: 81m
GPS: 41°05'57.5"N 7°17'28.7"W
- Igreja Matriz; Capelas de Sta. Eufêmia e Sta. Teresa;
- Casas judaicas;
- Sepulturas antropomórficas no Castelo;
- Inscrições rupestres romanas do Areal, Telheira e Conde (Ribeira Teja; lagares romanos no Arnozelo.
- Fonte da Mó (1829);
- Arquitetura rural (séc. XVIII).
- Arquitetura rural.
- Solar dos Donas Boto;
- Brasão da família Sampaio e Melo;
- Capela de S. Sebastião;
- Igreja Matriz;
- Fonte de cima (Cúpula piramidal, séc. XVIII);
- Fonte de Baixo (com brasão).
- Pelourinho;
- Casa dos Albuquerques;
- Forno comunitário da telha;
- Arquitetura rural.
- Igreja Matriz (fachada manuelina);
- Pelourinho (manuelino);
- Caza Municipal;
- Capela de Sta. Quitéria (provável antiga sinagoga);
- Casa dos Andrades (com pedra de armas);
- Torre do Relógio, no sítio do Castelo;
- Capelas de S. Pedro e Sta. Bárbara;
- Capela de Sto. António (estilo barroco);
- Gravuras paleolíticas da Canada do Inferno;
- Gravuras paleolíticas da idade do ferro em Vale Cabrões e Vale José Esteves.

















